sábado, 14 de julho de 2012


Os carros passam velozes pela estrada.
A fogueira do mendigo se extinguiu.
Meu coração acelerado clama por algo.
Minha face rubra é ferida pelo vento frio.
Ela disse que tudo um dia acaba.
Eu não quis acreditar, conhecendo a verdade.
E tudo é triste agora, e o medo se faz presente.
E toda a beleza se foi, como se fora a última!
Mas voarei e cairei do mais alto.
Mortificar-me-ei e sei o quanto dói.
Sei a dor de se morrer outra vez!

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